domingo, 19 de março de 2017

S.H. Figuarts Kamen Rider J

Saudações.

Desta vez vou falar da versão S.H. Figuarts do Kamen Rider J, feita pela Bandai.


1. Informações
2. Modelagem
3. Articulações
4. Acessórios
5. Ação


1. Informações



Koji Segawa é um fotógrafo que viaja em sua motocicleta para tirar fotos mostrando os males causados pela devastação ambiental. Uma noite, ele e uma amiga, a menina Kana Kimura, avistam uma gigantesca nave espacial. Os dois são atacados por três pessoas estranhas que raptam Kana e ferem Segawa mortalmente.

Os estranhos eram os Fogg, uma raça alienígena que há milhões de anos havia devorado os dinossauros até extingui-los e deixou o planeta por não ter mais nada a ser aproveitado. E eles retornam à Terra ao saber que o planeta foi povoado por uma outra espécie que poderia servir de alimento: os seres humanos. Os alienígenas precisam de Kana, que servirá de sacrifício para incubar os ovos da líder deles, a Fogg Mother e infestar o planeta com sua prole.

Segawa é salvo pelo Geocelestiais, seres que vivem no subterrâneo e são alimentados pelos Espíritos da Terra, mas não podem lutar contra Fog por serem vegetais, presos a raízes e serem fracos à luz da superfície. Devido à sua empatia pela Natureza, o jovem fotógrafo passa por uma cirurgia de reconstrução para se tornar um guerreiro capaz de canalizar o J Power, a força da própria Terra, o Kamen Rider J. E diante de uma ameaça incomum, os Espíritos da Terra dão a J uma habilidade igualmente única entre os Kamen Riders: a de se tornar um gigante de 40 metros de altura.


Kamen Rider J (pronuncia-se "djei" como no inglês) foi exibido em 1994 nos cinemas do Japão junto com os especiais de Kakuranger e Blue Swat. Esse também foi o último Kamen Rider que teve a supervisão de Shotaro Ishinomori. A equipe foi a mesma de Kamen Rider ZO, exibido no ano anterior, porém seguindo um estilo diferente, mais fantasioso e simplista, diferente do predecessor que tendia para a ficção científica. J também tinha grande apelo ecológico, o que estava em voga na época no Japão. Mas isso é fiel a um dos conceitos primordiais do Kamen Rider de ser um Mensageiro da Natureza.

A ideia do herói se tornar um gigante foi por influência do especial Ultraman vs Kamen Rider, exibido no ano anterior, que tinha um clipe do Kamen Rider Nº 1 aumentando de tamanho para lutar junto com o primeiro Ultraman. Isso teve forte oposição de Shotaro Ishinomori e até mesmo do próprio diretor, Keita Amemiya, mas eles acabaram cedendo. Ainda assim foi decidido que o agigantamento não seria um poder nativo de J, mas sim algo dado pelos Espíritos da Terra de forma temporária, que ele não conseguiria usar por vontade própria.

O roteiro foi feito pelo lendário Shozo Uehara, que escreveu para as séries Ultra e esteve envolvido no processo de criação das maiores franquias de Super Heróis japoneses como Super Sentai, Metal Heroes e também Kamen Rider. Curiosamente, durante a concepção do herói que se tornaria o primeiro Kamen Rider, foi Uehara quem disse que ele não deveria ser um gigante (mais detalhes nesta matéria no Anexo). Segundo Uehara, enquanto ZO pode agradar os entusiastas de Tokusatsu, J foi feito para agradar as crianças. Essa foi a linha adotada por ele ao escrever a história.

Masato Hayase, da Ishimori Production e assistente de Ishinomori, fez veementes críticas a Kamen Rider J ao ver os testes de filmagens. Hayase tinha gostado de ZO, com um enredo e visuais típicos de Kamen Rider, mas J parecia fugir disso. Ele levou esse assunto a Shotaro Ishinomori, que para sua surpresa lhe respondeu: "Fui eu quem disse para fazer assim". A principal orientação do Mestre Desenhista ao fazer o filme foi a de "não se prender à imagem do primeiro Kamen Rider". E essa foi a lição deixada pelo Mestre a seus discípulos que foi seguida por Hayase, e mais tarde Hideki Tajima, quando eles passaram a desenhar os Kamen Riders da Nova Geração.

Diferente de ZO, o modelo esteve disponível para venda exclusiva pelo site da Bandai por tempo limitado.

O conteúdo da caixa. Vem com pouca coisa, já que o herói não usava armas. Mesmo assim está incluído o mascote e uma mão especial característica.


2. Modelagem


Visão de corpo inteiro. O visual é bem sóbrio, sem adereços como luvas, botas ou cachecóis, típico dos Riders da época. A representação é boa, mas a impressão que tenho é que os braços ficaram curtos.

Close da cabeça. Os olhos, feitos de material transparente, possuem a textura insectoide no fundo. No meu exemplar as antenas não estão alinhadas. Elas até são flexíveis, mas ainda assim há risco de quebra e não ouso mexer.

Em todo o corpo existem essas linhas em dois tons de verde. Na parte de trás existe até uma linha que seria por onde a fantasia usada nas filmagens se abre. e nas coxas existem moldes que representam as dobras da roupa.

Os braços são simples, mas com leves arestas dos lados. As ombreiras não são completamente ovaladas e possuem cavidades dando um formato diferente.

Assim como o ZO, J não tem um cinto mas sim uma pedra chamada J Spirit, que se torna a fivela do cinto de Segawa. Na figura ela é representada com material transparente.

Ao contrário do que possa parecer, a pedra não fica no abdômen, mas na peça equivalente à calça.

As pernas também são simples, mas com uma linha na parte da frente. Os tornozelos possuem pequenas pontas que causam um problema.

As solas possuem moldes que lembram máquinas. Algo curioso considerando se tratar de um Rider que usa os poderes na Natureza.


3. Articulações


O pescoço se move bem para cima, mas não muito para baixo.

Não sei se é só o meu exemplar, mas a cabeça sai com muita facilidade. Especialmente ao fazer a figura olhar para baixo ou para girar para os lados.

Os ombros possuem intrincados sistemas de articulações extensíveis que lhes dão bastante mobilidade. Algo semelhante ao usado no Black. No meu exemplar o ombro direito é bem frouxo.

Com isso, os ombros se erguem bem e até é possível juntar os pulsos à frente do peito.

Os antebraços podem ser girados na ligação com o ombro.

Fechamento do cotovelo. Pena que a linha não fica muito natural.

Os pulsos se movem bem, mas nada de excepcional.



Existe mais uma articulação extensível no peito.


Com isso o tronco ganha um pouco mais de mobilidade. Pena que fica um vão do lado.

As coxas usam articulações extensíveis e a abertura é muito boa.

As pernas se dobram bem, mas a linha do joelho não fica muito natural.

Os tornozelos possuem articulações multidirecionais, o que deveriam dar estabilidade ao modelo.


Mas uma ponta na parte da frente da perna interfere nos movimentos para a frente, sendo difícil colocar a figura ereta.


4. Acessórios


Além dos punhos cerrados, estão incluídas estas mãos com os dedos levemente curvados. Não há nenhuma com os dedos retos ou com a posição relaxada.

Mas por alguma razão está incluído um par de mãos para segurar objetos, sendo que ele não vem com armas e nem usa nenhuma no filme. Talvez haja planos de lançar a motocicleta, a J Crosser,

E está incluída esta mão direita para a pose de transformação e de apresentação, com um enorme "J" nos dedos, chamada de "J Sign".

Está incluída uma figura de Berry, inseto mascote, mensageiro dos Geocelestiais. Berry foi interpretado por Rikako Aikawa, que fez as vozes de vários Pokémons (Zenigame, Koduck etc.) e de outros mascotes. Ela também interpretou Rosanko Kitaouji em Gintama (conhece essa?).

Apesar de microscópica, a cabeça tem vários detalhes esculpidos e pintados.

A escultura é detalhadíssima e as asas usam material transparente.

As asas podem ser trocadas por outras em uma posição diferente. No meu exemplar, o conector das costas não é muito firme e escapa às vezes.

Ficaria algo assim.

Berry tem um tamanho consistente com o J. E no filme ele é um inseto grande mesmo, medindo 30 cm.


Junto com o Gafanhoto Mutante que vem no ZO.


5. Ação







- HENSHIN!





Pose de transformação. Na verdade é fácil de fazer, mas a cabeça solta e os pés são os grandes empecilhos.



- KAMEN RIDER!




- J!
Pose de apresentação. O "J" viria de "Jumbo", mas na versão em romance literário escrita por Shozo Uehara, o chamado "J Power" é chamado de "Jupiter Power". Esse seria o nome da Força dos Espíritos que alimenta J e os Geocelestiais.


Mesmo assim, o agigantamento é chamado de "Jumbo Formation".


E o golpe final é o Jumbo Rider Kick, embora essas denominações não sejam citadas dentro do filme.


Houve bastante esforço por parte da equipe para mostrar o Kamen Rider como um gigante usando miniaturas e angulações. E funcionou bem.


Mesmo no tamanho normal, J lutava como um Ultraman, montando no inimigo e de lá golpeando com a mão em lâmina...


... até ser derrubado por um ataque de cauda.



Mesmo assim ele também lutava como um Rider, como neste combo com um arremesso...


... seguido de um chute giratório com o calcanhar...


... terminando com um soco.



Ao fazer o J Sign, o herói acumula forças.




- RIDER KICK!!!



Com isso ele pode desferir o golpe final, o J Kick, que por alguma razão, no filme é chamado simplesmente de "Rider Kick".


Koji Segawa foi interpretado por Yuuta Mochizuki, que foi Geki, o Tyranno Ranger em Zyuranger e também foi o Tuxedo Mask nas versões para teatro de Sailor Moon de 1993 a 1998 no Teatro Sunshine.


Sendo assim é bem engraçado o J enfrentar uma raça que extinguiu os dinossauros. Ele se retirou da carreira artística, mas retornou brevemente em Kyoryuger Vs. Go Busters para reprisar seu papel como Geki.


Mochizuki também foi o J1 dos Neo Jetman. Uma curiosidade é que Toshihide Wakamatsu, o Gai Yuuki/Black Condor foi cogitado para ser o Kamen Rider J, mas Mochizuki foi escolhido por fazer parte do JAC (Japan Action Club, atual Japan Action Entertainment) e por isso capacitado para fazer as cenas de ação.


Junto com o ZO e o Shin. Há quem chame esses três de "Neo Riders", mas esta não é uma denominação oficial. O termo surgiu de um vídeo de making de J, quando o narrador se refere aos três filmes como "Neo Rider Movie".


ZO e J se encontraram no filme em 3D Kamen Rider World enfrentando Shadow Moon. Nessa eles salvam um jovem civil interpretado por Shiro Izumi, que foi Yuuma Ohzora/Change Pegasus em Changeman e Burai/Dragon Ranger em Zyuranger.




Nessa, J enfrenta um Shadow Moon gigante.


Interessante que o Dragon Ranger também já ficou gigante uma vez quando estava do lado de Bandora. Não tenho o DaiZyuJin, então vai o Geki mesmo.


Trívia: Masaru/ZO era biólogo e Segawa/J era um fotógrafo, as mesmas profissões dos dois primeiros Kamen Riders.


No romance literário HERO SAGA MASKED RIDER ZO EDITION - ZO vs J-, teriam sido os Geocelestiais quem deram os poderes da Natureza a ZO e havia sido por isso que ele conseguiu vencer Doras.


E eles teriam feito J tendo ZO como modelo. Isso explicaria por que os dois são tão parecidos.


Os dois têm vários pontos em comum, como o fato de ambos terem Mascotes.

E esta foi a apresentação da versão S.H. Figuarts do Kamen Rider J, feita pela Bandai. É um modelo que teve várias melhorias em relação ao ZO, mas tudo foi por água abaixo devido ao controle de qualidade. Gostei do fato deles voltarem a colocar moldes nas solas dos pés e a escultura do Berry é magnífica. As articulações extensíveis nos ombros e no peito foram uma excelente ideia e com isso ele se moveria mais que o ZO. Porém, a cabeça que se solta a toda hora, o ombro direito frouxo e a falta de estabilidade nos pés fazem com que o modelo pareça ser mais difícil de usar. Os braços curtos pioram ainda mais a situação. A foto que fiz com o J segurando a RyuGekiKen com as duas mãos deveria ser mais fácil do que com o Tyranno Ranger, mas não é devido a isso. O número de mãos intercambiáveis diminuiu e o preço aumentou um bocado. O fato de se ser exclusivo também não ajuda. Mesmo assim, ele é importante para se completar os Riders Clássicos e também porque é uma das poucas figuras do J. Recomendo só por falta de opções para quem for fã do filme ou dos Kamen Riders.

8 comentários:

  1. Fala, Usys!

    O Kamen Rider J eu assisti com grandes expectativas por esperar algo do nível do ZO. Foi meio decepcionante, mas gostei muito dos vilões, o design geral. As cenas de ação não foram tão empolgantes, mas foi bem divertido e acabei vendo mais vezes. A trilha, apesar de não ser marcante, tem uma ótima atmosfera, uma marca dos trabalhos de Eiji Kawamura.

    Era perceptível que tentaram fazer o mais diferente possível do ZO, já que o visual ia ser parecido mesmo. O poder de ficar gigante acabaram incorporando como algo natural para ele, visto suas aparições nos filmes que reúnem todos os Riders. O que não acho ruim, afinal de contas, pois é o grande diferencial dele.

    Lembro que na época, procurava uma figura do ZO, mas acabei comprando uma do J, que apesar de ser daqueles bonecos que só giram os braços, tinha uma excelente modelagem.

    É uma pena que o controle de qualidade não tenha sido rigoroso, pelo que comentou. O esquema de cores do J é bem sóbrio e elegante e é interessante que no geral, o aspecto dele é menos agressivo que o do J. Estranhamente, isso combina com a interpretação dos atores. Cheia de fúria no caso do ZO, e mais seguro e tranquilo, no caso de J. Seria uma boa dupla, se tivessem dado continuidade ao que foi visto no especial 3D com os heróis.

    Excelente post, até acho que vou rever o J. Abraço!

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    1. Obrigado, Nagado!

      De fato é melhor não ver o J esperando algo como o ZO. Mesmo assim foi um bom filme de aventura, com uma história simples e com ação constante, quase ininterrupta.

      Esses dois tinham bastante potencial e poderiam ser os novos Double Riders. Se tivesse espaço no orçamento na época... Uma versão filmada da história do HERO SAGA poderia ser uma boa, unindo os universos dos dois heróis.

      Esses bonecos de vinil não devem ser subestimados. Os Garberos que uso a toda hora são desse tipo, de articulações simplificadas, mas como dá para ver são medonhos.

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  2. Show de review!

    É interessante ver como esses Riders mais antigos usavam trajes mais simples, que pareciam mais com roupas do que esses mais modernos com trajes que tem um estilo bem mais armadura.

    Se apenas olhasse as fotos eu ia jurar que o J e ZO eram irmãos Riders, pois eles são muito parecidos! E os dois têm mascotes insetos hehehe. Pior que esses mascotes são tão bem feitos que parecem de verdade, ainda mais pelo tamanho. Acho que alguém que tenha medo de insetos não consegue mexer com essas figuras hehehe.

    Quando vi a ponta no tornozelo logo imaginei que ela atrapalharia o movimento do pé. É estranho o pessoal da Bandai não perceber algo tão simples, acho que era só não fazer essa ponta, ou então usar material flexível nela (que mesmo assim atrapalharia um pouco). E também achei os braços curtos, mas ainda bem que isso dá para disfarçar com uma pose maneira, tanto que nas excelentes fotos de ação nem se percebe o braço curto.
    É uma pena que a figura tenha esses defeitos, pois de resto é bem legal. Só essa mão fazendo o J já vale a figura toda, muito estilo hehe!

    Ah, a Rosanko é do episódio que as garotas e o Shinpachi vão aprender culinária! Que eu me lembre ela tem uns discursos fervorosos sobre cozinha hehehe. Esse episódio é muito engraçado! Só não me lembro de qual temporada é...
    Pior que eu acabei lembrando da Rikako Aikawa e da Rosanko apenas recentemente quando fui pesquisar quem era a voz da engraçadíssima mãe do Saiki Kusuo hehehe.

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    1. Obrigado, Ronin!

      Os Riders dessa época usavam uma espécie de armadura insectoide, voltada para combate corpo a corpo. E existia um cuidado para que eles fossem convincentes.

      Pensando bem é mesmo. Essas figuras são do tamanho de insetos. Se deixar uma dessas na janela ou em cima da mesa dá a impressão de que são de verdade. O Berry em especial. Se bem que quem tem medo de inseto nem chega perto de Kamen Rider para começar.

      Já que era exclusiva, bem que podiam ter um controle de qualidade melhor. Mas já esperava algo assim da Bandai. Pior é saber que o ZO, que nem é exclusivo tem uma qualidade muito superior apesar de algumas limitações. E o duro é que o J usa mais o Rider Punch e por isso ter braços curtos invalida um pouco o estilo de luta dele.

      Quando soube dessa parte do currículo da dubladora do Berry até fui procurar o episódio. Mais também para saber como se lia o nome dela. Mas foi legal de qualquer maneira. Como é de se esperar, a Kagura é muito largada, fazendo(?) só arroz com ovo cru, e o Pattsuan é o único "normal". Nunca ouvi tanto "beep" em um desenho para tapar as referências. E agora fico pensando se o C*ronel S*nders come só frango mesmo.

      Ih, acabei me empolgando e saindo do assunto. É! Gintama vicia! É muito perigoso! Mesmo assim deu para matar a saudade dessa época com o pessoal falando e fazendo besteira.

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  3. Linda figura, sempre fico babando nos Riders, ainda quero pelo menos um na coleção. O review como sempre foi show, além de conhecer detalhes sobre a figura, as informações sobre o personagem e a série são sempre bem-vindas!
    Abraço!!!

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    1. Obrigado, Yanker!

      Pode soar clichê, mas o Black e o Shadow Moon valem a pena. Especialmente as versões mais novas. Esses acho que é bom ter.
      Coloquei bastante coisa pois talvez muita gente não conheça o personagem. Fiz isso para que alguém se interesse. E também como gancho para outras matérias.

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  4. Olá Usys, a quanto tempo não é? Lembro q assisti a trilogia(se é q posso chamar assim) Shin,ZO e J em sequência a muito tempo e me surpreendi com a qualidade dos filmes, principalmente com ZO, apesar do Shin ser bem mais serio, ZO me entreteve mais. Já o J teve qualidade, mas não me surpreendeu tanto(talvez o fato de eu já saber que ele fica gigante no filme não tenha contribuído para isso). Eu comparo bastante o ZO e o J com o Black e o RX, enquanto ZO e Black são mais sombrios o J e RX são mais amigáveis(apesar de algumas bizarrices). Eu sempre me divirto vendo suas reviews sempre feitas com maestria é uma pena que o controle de qualidade da Bandai falhou com ele, era de se esperar algo de mais qualidade vindo de um produto exclusivo, parece ate que eles nem se importam.=/ Enfim, parabéns pela figura(e claro, pela review) e muito sucesso para você.

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    1. Grande RiderPr! Bem vindo de volta! Nos falamos bastante no Fórum Limited Edition!

      Esses três filmes são muitas vezes tratados como um conjunto, tanto que o Blu-Ray como a revista (da mesma séria da do BLACK) é com os três juntos. E outra curiosidade é que quando iam fazer a continuação do Shin mudaram os planos e fizeram o ZO e a mesma coisa aconteceu quando fizeram o J. Ou seja, existe uma ligação. E boa essa analogia do ZO/Black e RX/J. É bem por aí mesmo.

      Digo e repito que a Bandai só precisa melhorar o controle de qualidade. Muitas oportunidades foram desperdiçadas por causa disso. O projeto é perfeito, mas daí acontecem esses problemas. Isso que me deixa frustrado às vezes. Mas é gratificante quando eles acertam a mão.

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