domingo, 6 de setembro de 2020

Kamen Rider OOO - Dez Anos de Retomada

Saudações.

Ontem fizeram 10 anos da estreia de Kamen Rider OOO no Japão, em 05/09/2010. E isso também significa que se passaram 10 anos da minha retomada da franquia. Por isso resolvi escrever um pouco sobre este seriado, que representa muito para mim. Nada muito objetivo, sem tantos aspectos técnicos, mas pessoal mesmo.


Eiji Hino é um jovem que anda pelo mundo, sem ter desejos, levando consigo só um pouco de dinheiro para viver e duas cuecas, uma para hoje e outra para amanhã. Um dia, os Greeeds, seres que se alimentam dos desejos dos humanos, despertam de seu sono de 800 anos. Um dos Greeeds, Ankh, ressuscita somente como um braço e dá a Eiji os poderes do Kamen Rider OOO.

Obs.: pode contar revelações dos rumos da trama.

Retomada

Por muito tempo fiquei afastado da franquia Kamen Rider. Tanto que o último que vi até então foi o Kamen Rider ZO, de 1993. Uma das razões foi porque as antigas videotecas da Liberdade fecharam suas portas e não pude ter mais acesso às séries japonesas. Também não sabia onde consegui-las. Havia jeitos pela Internet, mas não parava para testar.

Outra razão foi mais familiar de todos: achava que as séries Kamen Rider atuais não eram tão boas quanto as antigas. E isso sem ter visto nada, apenas por preconceito. E o distanciamento ajudou a alimentar esse sentimento.

Mas um dia, em 2009 quando fui para o Japão, vi um capítulo de Kamen Rider W e achei interessante. Na época eu já sabia como conseguir ver séries, mas ficava só em animes e algumas séries Ultra. Pensei em assistir, mas achei que a série já tinha avançado muito e não fui atrás. Ainda não sabia que as séries Kamen Rider na época começavam em setembro e deixei para o ano seguinte.

Então comecei a ver Kamen Rider OOO. Admito, foi um impacto ver o protagonista aparecer de cueca logo depois do ataque que ressuscitou os Greeeds. E ouvir o cinto tocar músicas e sons espalhafatosos me soava muito esquisito, mesmo com Ankh dizendo para não ligar. A excentricidade do Presidente Kougami também me perturbava. Mas depois percebi que havia mistérios instigantes, algo a ser desvendado.


Um Novo Herói

O próprio Eiji é um personagem muito interessante. Alguém que sempre descrevo como "o cara mais legal do universo depois de Clark Kent". Prestativo, está sempre disposto a ajudar as pessoas e as trata como amigas, ressaltando que tem um longo relacionamento com elas, mesmo tendo-as encontrado faz pouco tempo. Ele também não deseja glórias, sendo capaz de dar o crédito de seus trabalhos para alguém, se servisse para um bem maior.


Ao ver brigas, Eiji logo aparta, dizendo "Espere! Espere um pouco!" e às vezes dando a cara para bater, pedindo desculpas mesmo sem ter culpa no cartório. Mas ele não é um bobo altruísta qualquer. Eiji demonstra ter pensamento estratégico e é um negociador habilidoso, sempre tentando encontrar a melhor saída para se resolver uma situação, mesmo que isso trouxesse prejuízos para ele mesmo.

Por ter andado pelo mundo, Eiji tinha muita experiência de vida e por isso conseguia lidar com várias situações e perceber o perigo. Ele inclusive usava essa experiência para aconselhar as pessoas que estavam perdidas em seu caminho... embora nem sempre desse resultado.

Mas Eiji guardava uma tragédia em seu passado: em uma de suas viagens pelo mundo, ele foi pego em uma guerra civil e nisso, viu uma menina com quem tinha feito amizade ser pega em uma explosão. Aparentemente seria por isso que ele tentava salvar vidas, mas mais tarde é revelado que houve muitas outras coisas que fizeram com que não tivesse mais desejos e se tornasse vazio. Algo que fez com que Eiji deixasse de ser um sonhador e percebesse seus limites, assumindo uma postura mais realista. A de ajudar somente aqueles que estivessem ao alcance de suas mãos, uma frase que ele repete constantemente.


Junto com ele, está Ankh, que é o oposto de Eiji: sovina e só pensa em ganhos próprios, em si mesmo, em como conseguir medalhas. Mas isso é fundamentado, pois sem se alimentar das medalhas, ele pode deixar de existir. Ankh age como um taticista, escolhendo as medalhas e as formas do herói.


Completando o time está Hina Izumi, a irmã de um policial que foi quase morto no primeiro ataque dos Greeeds e acabou possuído por Ankh para que pudesse ter mais liberdade de movimentos. Dotada de uma descomunal força física, ela ajuda Eiji em sua luta e é o porto seguro que ele precisa, lhe dizendo as palavras que o herói mais precisa ouvir.


E também tem Shintaro Gotou, da tropa Ride Vendor da Kougami Foundation, que tem o desejo de proteger a Paz no mundo. Mas ele é imaturo e não é tão inteligente ou flexível quanto Eiji e tem várias divergências com o herói. Mas elas acabam sendo unidirecionais, uma vez que Eiji até concordaria em lhe ceder os poderes do OOO se fosse melhor para o mundo.


A interação desses personagens é o grande pivô do seriado, sendo que um vai aprendendo com o outro e se desenvolve. E surgem muitos outros que vão acrescentando algo à história ou trazendo fatos que até então não se sabia.


Mudança de Forma

A maior característica de OOO era a mudança de forma em módulos, usando medalhas arrancadas dos Greeeds. Cada uma delas permitia que o Rider conseguisse um poder especial de algum animal, que poderia ser aplicado em sua cabeça, em seus braços ou em suas pernas. E ainda, seguindo determinadas configurações de medalhas da mesma cor era possível conseguir formas especiais, Combos, que davam mais poderes ainda, embora gastassem a força do herói.

Combo LaTorarTar, com as medalhas amarelas.

Isso foi muito bem usado em OOO, pois Ankh era capaz de escolher as configurações mais adequadas para cada situação, algumas totalmente inesperadas. Um exemplo foi para deter um inimigo voador. Usou-se as pernas do gafanhoto para pular alto, os braços com chicotes de enguia para capturar o inimigo e a cabeça do rinoceronte para golpear.

Contra um monstro pugilista que usa fogo: um lançador de água na cabeça, braços de gorila para golpear e pernas de guepardo para footing.

Um aspecto que muita gente torce o nariz nos seriados atuais é a mudança de forma nos heróis. Mas no meu caso não incomodou nem um pouco quando vi pela primeira vez, isso já na época de RX. Na verdade, gosto mais quando o herói tem vários recursos, como nos jogos da série Rockman (Megaman), e OOO usava um sistema parecido. Por isso, eu ficava ansioso em ver as novas formas do herói. Em saber o que cada medalha fazia quando surgia alguma nova.


O que é Desejo?

Fui aprendendo a gostar da série e a ver que ela tinha muitas mensagens, questionando sobre vários conceitos De fato, ela é um enorme tratado sobre o Desejo em todas as suas formas. Isso era mostrado não só nos monstros, mas em todos os personagens.

O Desejo mais primitivo é aquele em que se pensa só em si mesmo, em que se quer as coisas só para si. Isso era representado pelos Greeeds, que se aproveitavam dos humanos para se sustentarem, e eram insaciáveis. Eles eram a Ganância encarnada, o lado negativo do Desejo.


Já o excêntrico Kousei Kougami, presidente da Kougami Foundation, acreditava que o Desejo era algo capaz de salvar o mundo, uma força criadora e daí sua fixação por aniversários. Pelo nascimento de novas ideias a fim de quebrar o status quo. Esse seria o lado positivo.


E existe um tipo de desejo que é totalmente prejudicial a todos: o egoísta. O desejo de fazer com o mundo o que quiser, baseado somente em suas próprias convicções sem se importar com os outros. Isso é representado pelo Dr. Maki, um homem perturbado, que acredita que as coisas devem terminar enquanto ainda são belas. E para isso, ele encarna a antivida, tentando destruir o mundo.


Na época eu já colecionava e por isso, esse assunto do Desejo fez até com que me sentisse desconfortável. Especialmente quando vi um episódio de uma personagem que comprava roupas e as jogava para trás. Me perguntava: será que eu não estava sendo engolido pelos meus desejos? Mas daí surgiu mais um personagem: Akira Date, o Kamen Rider Birth. Seu grande lema era "Não fazer a si mesmo chorar", negando o auto-sacrifício, e ele tinha concordâncias com Kougami sobre o Desejo ser uma força motriz, construtiva.

Eu sou grato a ele por me mostrar que o Desejo não é necessariamente uma coisa ruim. É o que me motiva a acordar todos os dias e ir trabalhar. Para conseguir o que eu quero e, no meio do processo, ajudar quem precisa, ser útil à sociedade. O ser humano não é necessariamente um Herói, um Anjo. Ele quer alguma coisa em troca.

Akira Date. Apesar de suas palavras parecerem egoístas, ele não é. Muito pelo contrário, na verdade...

O próprio Eiji também não nega os desejos dos outros e nem diz que é errado tê-los, desde que se tenha um propósito, uma medida. Com isso pude conciliar minhas ideias ao ver que o importante é saber como conviver com o Desejo e como ele pode ser útil.


O que é Justiça?

Um arco de episódios que me chamou bastante a atenção foi o que compreende o 21 e o 22, quando foi feito um monstro Yummy de um homem que tinha sede de justiça. De querer punir quem faz coisas erradas. E o monstro teve justamente a forma de um gafanhoto, um motivo muito usado em Kamen Rider.

No começo ele até fazia o bem, como impedir que um bandido roubasse a bolsa de uma mulher. Só que com o tempo, sua "luta pela justiça" começou a perder o controle. O monstro então passou a punir violentamente qualquer pessoa que infringisse a lei ou fizesse coisas erradas, como tocar som alto à noite. Mas de forma violenta demais, brutal, por motivos até mesmo banais. Com imagens que mostravam o que era a justiça só com força, sem controle. Foi um episódio que realmente faz pensar: será que pela justiça é permitido fazer qualquer coisa? Será que nós mesmos não nos tornamos monstros quando somos movidos por ela?

Ao ser perguntado se não é melhor deixar o monstro à solta, Eiji é categórico em detê-lo, pois sabe que pela "Justiça", não há limite para a crueldade das pessoas. Ele mesmo viu muitas vezes isso acontecer enquanto andava pelo mundo e que era assim que aconteciam as guerras. "O sentimento de proteger alguém às vezes faz com que a nossa justiça se torne desmedida". E "quando uma pessoa percebe que está certa, ela passa a não ver as coisas ao seu redor e acha que pode fazer qualquer coisa em nome da Justiça".


Mas isso não significa que não se deva fazer nada diante de coisas erradas. Eiji então diz: "O negócio é fazer tudo o que for possível, mas dentro do que estiver ao seu alcance. Para proteger sua pequena felicidade". E também entram as palavras de Date: "Tenha fé em si mesmo. Se você estiver fazendo algo errado, alguém irá avisar. Por isso, acredite em si mesmo e faça como quiser".


O que é Herói?

É mostrado que Eiji tinha um desejo, afinal. Um tipo diferente. A vontade de ajudar o próximo, mesmo que em detrimento de si mesmo. Isso é claramente visto em suas atitudes, desejando salvar a todas as pessoas. Também é mostrado que levar isso de forma desmedida, às últimas consequências, leva a desastres. E que há quem queira de aproveitar disso para obter lucro próprio. Mas esse desejo de Eiji continuava desmedido, pois com seus novos poderes, ele viu que suas mãos ganharam muito mais alcance. E acaba tentando se tornar Deus ao querer abraçar o mundo.

Mas Eiji acaba se tornando vítima de sua sanha de salvar o mundo quando ele próprio quase perde a humanidade, se tornando um dos seres que combatia. E estava disposto a aceitar esse destino, pelo bem de todos. Mas é detido por Date, que o faz voltar a si. A perceber que se sacrificar, se usar de medidas extremas não é o caminho. Justamente o erro que Eiji sempre apontou.

E no fim, Eiji vê que não precisa fazer as coisas sozinho. Tendo a ajuda de todos os amigos que encontrou no caminho, os laços que ele estabeleceu, suas mãos podem chegar mais longe. E esse é o verdadeiro Herói. Aquele que faz tudo o que for possível e estiver ao seu alcance, mas conhece seus limites e sabe quando é hora de dar as mãos.

As mãos são o elemento que mais representa Kamen Rider OOO.


O que havia além

Ou seja, com tudo isso, OOO me mostrou o que havia além do que eu conhecia. As séries de Kamen Rider atuais tinham algo a nos ensinar e nos davam o que pensar e repensar.

Aprendi que ter desejos não é ruim. Que não há problemas em lutar pelo que achamos certo. Mas o verdadeiro Herói é aquele que sabe dosar as coisas. Que sabe quais são seus limites e não tenta ser Deus ou abraçar o mundo. Mas infelizmente, como todas as pessoas eu sou hipócrita. Ouço lições de vida, acho legal, mas fico cobrando só os outros ao invés de a mim mesmo. Tentei fazer mais do que eu podia e acabei quebrando o meu corpo, e tive um ataque cardíaco. Tudo porque eu não ouvi ou não entendi na época o que o seriado tentava me dizer. Daí então decidi viver uma vida mais regrada, sem me exceder.

Neste seriado também pude me reencontrar com Yasuko Kobayashi, roteirista que conhecia das séries Galaxy Angel. Com a equipe, ela fez um excelente trabalho de narrativa, de construção de personagens. E mostrou o que é Desejo, o que é Justiça e o que é Herói ao expor os aspectos positivos e negativos desses três conceitos, esgotando o assunto. Tudo isso usando como elemento as "Mãos". As mãos para alcançar o que queremos. As mãos que estendemos para ajudar alguém. As mãos que pegamos quando precisamos de ajuda.

O grande tema do especial de cinema.

E também foi esse seriado que me encorajou a retomar Super Sentai. No ano seguinte, em 2011, experimentei Gokaiger e tive uma grata surpresa ao ver uma série empolgante e perceber que a franquia não deveria acabar, como eu pensava até um tempo atrás, mais uma vez movido por preconceito.

Daí em 2012 foi quebrar mais um e assistir Smile Precure!. Desde então passei a ver a programação das manhãs de domingo do Japão, a chamada Nichiasa (de 日曜日, nichiyoubi, "domingo" e 朝, asa, "manhã") e continuo acompanhado até hoje.

Ou seja, Kamen Rider OOO me fez superar preconceitos e repensar caminhos. Por isso, tem um significado muito forte para mim. Graças a essa série, pude conhecer outras como Gaim, Drive, EX-AID, Build e recentemente Zero-One, que deu um passo a frente em várias questões abordadas em seriados clássicos, mostrando que houve uma evolução.

O último capítulo de Zero-One foi lindo!

Assim eu posso dizer que Kamen Rider OOO é minha série favorita da franquia. Aquela que me fez ver além. E tem uma coisa mais que eu aprendi: pode-se (re)começar com qualquer série. Pode não ser possível encontrar a que encanta logo de cara, mas ela existe e está lá se procurar. E quando a encontrar, essa série será a de seu coração. A "sua série".



Extra: S.H. Figuarts

Também foi com esse seriado que tive contato com a linha S.H. Figuarts, sendo que o primeiro que comprei foi o Kamen Rider OOO TaToBa Combo, junto com o Ankh, como brinde da primeira leva.

TaToBa Combo. O primeiro de muitos.
E a primeira matéria do blog sobre Kamen Rider.


Só espero que não venha nenhum Greeed para me pegar...

Recentemente foram lançados novos modelos seguindo o processo Shinkocchou, só que devido à alta disputa e à disponibilidade limitada, desta vez não deu para conseguir. Mas por enquanto está bem assim. Se for para conseguir, haverá uma oportunidade. Nada de me exceder.

4 comentários:

  1. Acho que acontece muito isso de deixarmos de assistir algo por achar que é ruim mesmo sem ter assistido, e isso acaba nos afastando de muita coisa que depois a gente descobre que tem suas qualidades, lembro que eu pensava assim com animes bonitinhos, achava que era tudo bobo, até que resolvi dar uma chance para K-On! e isso mudou completamente minha visão sobre animes bonitinhos. Realmente, não dá pra falar que algo é ruim de verdade sem antes constatar isso.

    Que bom que você deu uma chance para Kamen Rider OOO e isso reacendeu seu gosto pela franquia! Imagina quanta coisa legal você estaria deixando de assistir, e quantas figuras legais não teria hoje?

    Essa série parece bem legal, com mensagens interessantes e importantes. Dá pra ver que o elenco é bem carismático, tanto que até lembro do Ankh por aquela figura que vai sair (ou já saiu) dele. E isso de mudar de forma é algo que eu também acho legal, realmente lembra Megaman. Acho que o pessoal implica um pouco porque acaba se apegando a um visual específico, que acaba não aparecendo tanto porque tem que dividir espaço com os outros, acho que esse é o lado mais complicado, pois às vezes a gente realmente quer ver mais dos favoritos. Porém, no caso do OOO é só adquirir uma figura da forma favorita e tá resolvido hehehe.

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    1. Obrigado, Ronin!

      É uma questão de experimentar realmente. O chato é que o resultado pode ser um tremendo rombo na carteira. Por isso tenho algo diferente quanto a K-On!. É medo de experimentar e gostar e com isso sair correndo atrás das figuras. Agora até que acalmou e dá para conseguir relativamente barato, mas na época foi um auê!

      Outra coisa que redescobri com o OOO foi a Yasuko Kobayashi, que era secundária em Galaxy Angel e desta vez era principal. Ou seja, uma única série abriu um monte de portas para conhecer um monte de coisas. Me senti como aquele tio de um comercial que experimenta um refrigerante, gosta e depois passa a tentar um monte de coisa que ele nunca experimentou na vida, como bungee-jump, nudismo etc. Essa é uma das séries que mudaram a minha vida.

      Achei o sistema de mudança de forma do OOO altamente bem pensado. Até mais vantajoso que Megaman, já que dava para misturar habilidades de várias formas. E só com a básica, dá para ter pelo menos umas garras afiadas.

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  2. Show de retomada!

    Interessante que sua retomada provocou, mesmo que alguns anos mais tarde, a minha retomada às séries atuais, mesmo que marcada por várias interrupções.

    Depois de ver várias de suas apresentações de figuras e compreender que há vários significados e intenções em cada temática abordada, passei a admirar ainda mais toda a criatividade dos japoneses!

    O que significam as linhas nas máscaras dos riders (as lágrimas); o debate sobre o que é certo e o errado; vilões que se acham heróis, mas é um caso a se considerar, pois a visão de mundo no ponto de vista deles é diferente... esses assuntos deixam tudo ainda mais bacana!

    Por mais matérias como esta e que muita gente venha conhecer a Casa!

    Até mais!

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    1. Obrigado, Adelmo!

      Bom ver que houve repercussões com o que fiz. Sabendo disso, percebo que tudo valeu a pena. Que existiu um sentido em escrever essas matérias a apresentações. E pensar que tudo isso começou com o OOO.

      Esse episódio do arco do 21 ao 22 é algo que eu realmente quero que todos vejam. Para repensarem suas ações. Para se questionarem se tudo é realmente permitido em nome da justiça. E o quanto é perigoso a gente deixar isso subir à nossa cabeça.

      Às vezes tenho que escrever com o coração e não a cabeça... que não é lá muito boa. Talvez com isso eu consiga mais matérias assim. Contando sobre experiências e deixando um pouco o técnico de lado. Mesmo assim vou trazer informações que possam ser interessantes.

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Peço que os comentários sejam apenas sobre assuntos abordados na matéria. Agradeço desde já.

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